segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Primeira do ano.

Querendo ou não, por mais que meu pensamento seja de "só muda o calendário", algumas expectativas e pensamentos ainda brotam na cabeça. Normal, já me habituei há um tempo.
Entretanto, não entro no ano animado não, isso já faz tempo também...

Um desses pensamentos foi de "como mudar as coisas".Coisas como o capetalismo, desigualdade e afins. Mas não acho que dê pra mudar uma coisa de cada vez. Ou é tudo, ou as coisas continuarão da mesma forma.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Postagem típica de fim de ano

2018 tá logo aí e o que você fez?
Metas de 2012 alcançadas? Parabéns!
Ainda não conseguiu? 2018 tá aí pra isso. Ou 2019, 2020...


Até a próxima.

sábado, 18 de novembro de 2017

Diferenças

--Este texto é excepcionalmente um ponto de vista do que eu acho que as coisas deveriam ser e foi escrito sem vontade alguma--

Me lembro até hoje que fui ensinado nas escolas e em alguns programas educativos de que somos todos iguais. Porém, nunca foi especificado no que somos iguais.

Crescemos com esse pensamento e, até uma certa idade, somos todos iguais.
Entretanto, começamos a notar algumas diferenças. De cor, de cabelo, de pensamentos, de habilidades, etc.
Nos é ensinado a termos os mesmos pensamentos e habilidades e somos bombardeados de cores e cabelos ideais nos meios de comunicação.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Especialistas

Nas últimas semanas se discutiu muito o que é arte, por causa da censura do Queermuseum e da fita no MAM.
E hoje, surge uma notícia de um idoso que foi pego em "fragrante" com duas crianças, uma já nua e a outra de calcinha. A parte sensacional, pra mim, foi uma galera ironizando a notícia do velho com a do mam MAM, dizendo que ele tava fazendo arte, mas como é um zé ninguém, vira pedofilia.

Ignorando o fato de que não era permitida a entrada de crianças, a mãe que levou a criança até lá e acabou interagindo com a obra.
No mais, se alguém tiver que responder por algo, teria que ser a mãe. Entretanto, a maldade está nos olhos de quem vê.
Eu não vi lascívia (puta vocabulário, hein?) e a mãe, muito menos, pelo visto. A criança nem chegou perto do pau do mano a ponto de acontecer algo terrível.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Quer que eu desenhe pra ficar mais fácil?

Gosto de ler sobre assuntos diversos na interwebs, principalmente sobre coisas que envolvem universo, tecnologia, psicologia (em particular, a procrastinação).
Desde o ano passado me bateu um vício que durou uns 3 meses de ficar assistindo palestras do TED - que por sinal tem coisas muuuuito interessantes - e me deparei com uma palestra do Tim Urban sobre o que ocorre na mente de um procrastinador. Segue vídeo:

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Eu lírico, Irma e sei lá mais o que

As idas à psicolouca psicóloga tem sido até que produtivas depois que eu mudei de especialista. Entretanto, o que eu talvez já esperava ouvir surgiu: Ninguém além de mim precisa mudar e fazer planos. Meio óbvio até...

Entendo, mas como? De onde vou tirar motivação ou algo que o valha pra eu tomar alguma atitude em relação à minha vida, sendo que eu tô custando a levantar pra ir ao trabalho?
O teatro tá ótimo, mas sinceramente estou no limite da minha paciência de esperar esse curso acabar pra algo virar.
Quando tento olhar pra dentro de mim, dá vontade de chorar de pena, de raiva e de tristeza e aquele emaranhado de fio tudo cagado, numa bagunça sem fim, jogado no canto precisando ser organizado.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Tá ruim, mas tá bom. Mas tá ruim.

Andei pensando no porquê de eu estar me sentindo tão bosta ultimamente.
Não cheguei a uma conclusão ou algo aceitável, mas talvez tenha encontrado uns fatores.

A seguir, um pequeno resumo do que tá acontecendo:

Não é de hoje, já tem tempo. Eu não quero e não aguento mais ficar correndo atrás de dinheiro.
"Fazer o que eu gosto" não adianta, porque no final a história é a mesma e eu não gosto de nada.
Tô fazendo o teatro e ainda assim não sei se é isso mesmo que eu deva fazer. Se não for isso, tô fodido, pois eu sinto que é minha última saída. Saída essa que não vai me fazer sair de onde eu tô.
Nas conversas com a psicóloga, sinto que ela quer que eu aceite que as coisas são assim e já era, que eu vá arrumar algo que me dê satisfação e pronto. Seria a opção menos pior.