segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Quer que eu desenhe pra ficar mais fácil?

Gosto de ler sobre assuntos diversos na interwebs, principalmente sobre coisas que envolvem universo, tecnologia, psicologia (em particular, a procrastinação).
Desde o ano passado me bateu um vício que durou uns 3 meses de ficar assistindo palestras do TED - que por sinal tem coisas muuuuito interessantes - e me deparei com uma palestra do Tim Urban sobre o que ocorre na mente de um procrastinador. Segue vídeo:

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Eu lírico, Irma e sei lá mais o que

As idas à psicolouca psicóloga tem sido até que produtivas depois que eu mudei de especialista. Entretanto, o que eu talvez já esperava ouvir surgiu: Ninguém além de mim precisa mudar e fazer planos. Meio óbvio até...

Entendo, mas como? De onde vou tirar motivação ou algo que o valha pra eu tomar alguma atitude em relação à minha vida, sendo que eu tô custando a levantar pra ir ao trabalho?
O teatro tá ótimo, mas sinceramente estou no limite da minha paciência de esperar esse curso acabar pra algo virar.
Quando tento olhar pra dentro de mim, dá vontade de chorar de pena, de raiva e de tristeza e aquele emaranhado de fio tudo cagado, numa bagunça sem fim, jogado no canto precisando ser organizado.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Tá ruim, mas tá bom. Mas tá ruim.

Andei pensando no porquê de eu estar me sentindo tão bosta ultimamente.
Não cheguei a uma conclusão ou algo aceitável, mas talvez tenha encontrado uns fatores.

A seguir, um pequeno resumo do que tá acontecendo:

Não é de hoje, já tem tempo. Eu não quero e não aguento mais ficar correndo atrás de dinheiro.
"Fazer o que eu gosto" não adianta, porque no final a história é a mesma e eu não gosto de nada.
Tô fazendo o teatro e ainda assim não sei se é isso mesmo que eu deva fazer. Se não for isso, tô fodido, pois eu sinto que é minha última saída. Saída essa que não vai me fazer sair de onde eu tô.
Nas conversas com a psicóloga, sinto que ela quer que eu aceite que as coisas são assim e já era, que eu vá arrumar algo que me dê satisfação e pronto. Seria a opção menos pior.


domingo, 13 de agosto de 2017

Anacrônico #5 - ...


Os dias estão chatos. Ele já não coloca nem uma máscara com uma feição agradável, vai a tá mais próxima mesmo.
Não guarda as meias e cuecas lavadas e luta pra querer arrumar a cama. "Vai sujar durante a semana mesmo", ele pensa.

Trabalhou para ter mais um final de semana pra encher a cara e quando enche a cara, fica triste.
Sem dinheiro sobrando, ou sai Sexta, ou sai Sábado, ou sai Domingo. Ou não sai. Não faz diferença, uma vez que ele já começa a sofrer com a Segunda um pouco antes de dormir na Sexta.

Ah, que se foda essa merda aqui, também.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

(Não) temos

Você vive aquilo que prega? De verdade? Mesmo, mesmo mesmo?
Temos tempo pra viver aquilo que pregamos?

Só isso.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Lembrancinha

"Evoluímos demais.
Ambiciosos demais.
Destruidores demais.
Por isso nunca haverá paz!

O mundo está mais apodrecido,
Apenas de dinheiro, é tudo que preciso.
O mundo está cada vez pior e eu não faço nada,
Não me importo, eu quero é cascata!

Não sei o que pior:
Corrupção, fome, guerra ou violência.
Pois sei que isso nunca vai acabar
porque o ser humano nunca vai se importar.

Evoluímos demais.
Ambiciosos demais.
Destruidores demais.
Humanos demais."

Nove anos. Fiz essa letra há nove anos pra minha extinta banda e sinceramente, é uma das poucas músicas da banda - que já não tinha muitas - que eu não desejaria deixar de lado e sempre tocar ao invés de outras que tem uma letra meio tosca ou qualquer outra coisa.
Se a banda tivesse sido mais conhecida, talvez essa seria uma música que a galera ia lembrar "Olha, tá tocando DxA.", pelo menos no meu ponto de vista. Lembro que algumas pessoas chegavam na gente e elogiavam essa música em particular.

Eu tinha 17 anos. Fiz essa letra num período em que eu tava puto com tudo e todos, exalando rebeldia. Hoje em dia, menos rebelde, mais decepcionado do que puto e cansado, penso nessa letra e o sentimento é o mesmo, talvez com mais propriedade.

Enfim, era só isso mesmo. Fazia uma cota que eu não bostejava por aqui.